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  • 2015.11.05
    Rota dos Vinhos de Bucelas, Carcavelos e Colares apresenta nova aplicação
    Uma nova aplicação digital sobre a Rota dos Vinhos de Bucelas, Carcavelos e Colares vai ser apresentada, no domingo, com o objetivo de divulgar a produção vitivinícola dos municípios de Loures, Cascais, Oeiras e Sintra. Por ocasião do Dia Europeu do Enoturismo, que se assinala a 8 de novembro, será apresentada em Sintra uma nova aplicação para smartphones e tablets sobre a Rota dos Vinhos de Bucelas, Carcavelos e Colares, que surge no âmbito do projeto de dinamização e promoção das três regiões demarcadas da zona de Lisboa. (+)
  • 2015.11.03
    Prorrogado o prazo para apresentação de candidaturas aos Avisos no âmbito da Inclusão Social e Emprego do Programa Lisboa 2020
    (+)
  • 2015.10.26
    Nova FAQ sobre registo no Balcão 2020
    (+)
  • 2015.10.23
    CCDR LVT recebe delegação de agência de desenvolvimento regional turca
    No dia 22 de outubro, o presidente da CCDR LVT e gestor do POR Lisboa recebeu uma delegação turca da Agência de Desenvolvimento Regional de Zafer. (+)
  • 2015.10.21
    ESTÁ ABERTO O PERÍODO DE CANDIDATURAS À 6ª GERAÇÃO DO PROGRAMA ESCOLHAS
    No seguimento do Despacho normativo n.º19-A/2015, pu­blicado em D.R., 2ª série – n.º199, de 12 de Outubro de 2015, encontra-se aberto o processo de candidaturas ao Programa Escolhas. (+)
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Fundo Capital de Risco Revitalizar Lisboa, Alentejo e Algarve

investe_qrenEnquadramento:

 O Fundo de Capital de Risco Revitalizar Lisboa, Alentejo e Algarve, é um instrumento de engenharia financeira no âmbito do QREN, destinado ao investimento em PME, que tem como objetivos o apoio a projetos empresariais operacionalmente viáveis, com vista à prossecução de estratégias de expansão da atividade, contribuindo para a aceleração do crescimento económico e potenciando a renovação do tecido empresarial das regiões de atuação.

 

A dotação financeira deste fundo para Lisboa é de 20 milhões de euros e será assegurada, em partes iguais, pelo POR Lisboa e pelo sistema financeiro, na base do acordo firmado entre o Secretário de Estado Adjunto da Economia e Desenvolvimento Regional, e sete instituições bancárias:

Caixa Geral de Depósitos 

BPI 

BES 

Millenium BCP

BANIF 

Montepio Geral

Caixa Central de Crédito Agrícola Mútuo 

 

A Parceria do FCR Revitalizar com as Empresas Participadas:

Este mecanismo financeiro visa promover a capitalização de empresas com planos e projetos de expansão e crescimento, cuja situação financeira se apresente equilibrada e sustentável, mas com necessidades de reforço de capital e fundo de maneio, num contexto de revitalização de mercado, produto ou gestão. O investimento é feito através de aumento de capital da empresa, tornando-se a Capital Criativo, a sociedade gestora do fundo, sócia / acionista das empresas em que investe, através da junção aos acionistas existentes. A Capital Criativo, assume assim o risco do negócio, não tendo retornos garantidos nem garantias diferentes dos restantes acionistas.

 

A entrada do Fundo nas empresas é, por norma, efetuada por aumento de capital podendo ainda adquirir participações dos acionistas existentes até um máximo de 30% do total do investimento.

Poderão ainda ser utilizados outros instrumentos de participação desde que qualifiquem como capital e tenham um rendimento indexado aos resultados das empresas (ex.: obrigações convertíveis).

 

A participação a adquirir é negociada caso a caso mas o objetivo do Fundo não é o de passar a controlar a empresa. Os acionistas/equipa de gestão existentes continuarão a gerir a empresa podendo o Fundo participar nessa gestão com o objetivo de complementar as capacidades já existentes.

Para além do eventual reforço da gestão, o Fundo apoiará a empresa no acesso a novos mercados e na definição e execução do plano de negócios.

 

Limites ao investimento:

O Investimento destinado à capitalização das empresas é realizado através de aumentos de capital ou outros instrumentos de capital / quase-capital (70% do investimento do Fundo deve ser aplicado em capital social ou instrumentos de quase capital das sociedades beneficiárias finais);

O investimento do Fundo não poderá ultrapassar o montante de € 1,5 M por cada período de 12 meses e terá como limite investimentos realizados até 30 de setembro de 2015.

De realçar que no caso do investimento em Médias Empresas na região NUTS II de Lisboa, este apenas se poderá destinar a projetos em fase de constituição e de arranque (isto é, a primeira tranche do investimento do Fundo na sociedade deverá corresponder a capital de constituição ou capital de arranque), excluindo-se o capital de expansão.

 

A candidatura das PME ao Fundo de Capital de Risco Revitalizar Lisboa, Alentejo e Algarve, é feita junto da CAPITAL CRIATIVO

 

Para mais informação deverá contactar:

Fundo de Capital de Risco Revitalizar

Capital Criativo, Adding Vision to Investiments

http://www.capitalcriativo.com/

E-mail:geral@capitalcriativo.com

T.: (+351) 21 356 98 00

F.: (+351) 21 356 98 09

PME Investimentos - FINOVA

http://www.pmeinvestimentos.pt/

 

Documentos:

Fundos REVITALIZAR - Fundos Regionais de Expansão Empresarial [pdf]

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